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Necrofilmes: Obscuridades da 7º Arte


Squirm Fest

Não sei por que, mas algumas pessoas ligam o blog Necrofilmes ao bizarro e escatológico. Algumas pessoas acham excêntricos os temas que enfoco neste humilde blog. Antes, as pessoas achavam. Agora vão ter certeza. Apresento agora a vocês uma resenha sobre um dos mais grotescos filmes pornôs já realizados: Squirm Fest.

Como é dificílimo achar algo sobre ele na internet, as fotos aqui postadas foram capturadas diretamente por mim do DVD, ripado a partir de um VHS. Caso você tenha a curiosidade de pesquisar sobre Squirm Fest, verá que é uma obra obrigatória nos debates de fóruns sobre os mais grotescos filmes feitos na humanidade.

Você encontrará uns poucos sites da Alemanha, outros do Japão, que falam sobre Squirm Fest. E por aí vai. Mas nada que dê para ler sobre algo informativo, ou que seja útil, e nenhuma foto à disposição.

 

 

Vamos começar nosso tour rumo ao Squirm Fest (que, pasmem, teve uma continuação). Tudo começa com uma asiática sentada em uma sala, em frente a uma mesa e com os olhos fixando seu prato de comida. A hora do almoço é a hora mais feliz! E então lhe é servido um prato: um delicioso macarrão. Mas... epa! O macarrão se transforma em um grotesco prato de minhocas! E agora Mr. M, o quê terá acontecido ao prato de macarrão?

 

 

 

A verdadeira demência de Squirm Fest não está somente nas imagens, escatológicas e reais. Mas está em mostrá-las ao fundo de uma suave música clássica de piano. A protagonista dessa imundície reveza sua performance escatológico-sexual com a arte de tocar piano.

 

   

 

Não pense que há “intervalo” no complexo demencial de Squirm Fest! Tudo minimamente detalhado pela equipe de produção que realizou a obra, de modo que todos os elementos do filme se unem no conjunto de excentricidades do mesmo: um simples banco é transformado em um instrumento de auto-flagelação, com seus pregos ferindo o bumbum da coroa japonesa (ou chinesa, mesma coisa).

A nobre donzela, mergulhada na mais depravada emoção sexual asiática, contracena com dois homens: um mordomo, que lhe serve um “cardápio” – usando da nobre mulher para executar um scat dos mais gosmentos – e um japa nerd com cara de retardado (o mané imbecil aí da foto), que já fez outras imundícies cinematográficas no nível de Squirm Fest, vide os trailers que estão contidos no mesmo.

 

 

 

O supra-sumo da escatologia extrema do cinema pornô-excêntrico vem no final do filme. Tudo o que vou descrever a seguir acontece em uma única tomada, sem corte de edições nem efeitos especiais. O mordomo da casa, onde ocorre a “trama” de Squirm Fest, prepara um suco para a mulher. Os ingredientes?

Pegue uma bandeja de minhocas, misture com uma colher de vermes, adicione duas baratas e as jogue no liquidificador. Despeje uma colher de urina e mexa bem.

 

 

 

Depois de hoje, com certeza vou ser excomungado pelo Papa Bento XVI!



Escrito por Yúri Koch às 03h04
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