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Necrofilmes: Obscuridades da 7º Arte


Mulheres Taradas por Animais

E lá vamos nós de novo garimpar mais uma pérola do cinema hardcore da extinta Boca do Lixo. A obra desta vez é um filme obrigatório nas listas internacionais do top 10 cinema-bizarro: Mulheres Taradas por Animais.

 

 

Três amigas vão a uma fazenda pesquisar suas teses de mestrado, sobre o sexo entre os animais. Se empolgando, acabam entrando no clima da Arca de Noé! Eu não sei quem é mais feio, os animais ou as atrizes do filmes...

 

 

 

É óbvio que as moças acabam se engracinhando com o povão da fazenda.

 

 

 

Mulheres Taradas por Animais foi dirigido por Ody Fraga em 1986, com o pseudônimo de Joahannes Freyger. Conta com um dream team (?) pornô: Solange Drummond, Oswaldo Cirilo, Walter Gabarron, o cavalo Frappé (!), o bode Barnabé (!!), a anta Bendegó (!!!), o leão Léo (!!!!) e grande elenco... Epa! Leão Léo? Não, não, este último apenas se contenta com sua leoa... Ufa!

 

 

Na verdade, o pioneiro na zoofilia no cinema pornô nacional foi... mestre Mojica Marins! Exatamente! Nosso Zé do Caixão introduziu pela primeira vez uma suposta cena zôo em um filme pornográfico: a clássica cópula entre a (horrorosa) atriz Vânia Bournier e Jack, o pastor alemão, no sucesso de bilheteria 24 Horas de Sexo Explícito. Até então, o máximo de ousadia da Boca do Lixo em se tratando de animais (“Boca do Lixo” leia-se período softcore) foi no Mulher, Mulher (1977), do Jean Garret, com um cavalo lambendo os seios da musa Helena Ramos.

Reza a lenda que Jack foi morto pelo dono, pois começou a se assanhar com a sua esposa (não a sua, leitor, e sim a do dono!)... Mas isso é uma outra história.

 

  

 

Se é para penetrar no campo da zoofilia, ninguém é mais indicado que o diretor Sady Baby. Mestre Sady (como é carinhosamente chamado pelo seus fãs – eu sou um deles!) chegou a filmar 5 filmes com bestialidade em um único ano: Emoções Sexuais de um Jegue, Emoções Sexuais de um Cavalo, Meus Homens – Meu Cavalo, A Mulher do Touro e O Cavalo e a Potranca... Isso sem contar no chinês radicado na Boca, Juan Bajon, que era outro adorador de temas eqüinos no cinema pornográfico. Aja cavalisse!

 

 



Escrito por Yúri Koch às 16h14
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